quinta-feira, 27 de novembro de 2008

A estranha perfeita


O filme, que tem em seu elenco os atores Halle Berry e Bruce Willis, traz uma crítica a respeito das imagens que as pessoas costumam criar de si mesmas e sobre as interpretações que são feitas por aqueles que convivem conosco. Contraditoriamente, muitas são erradas.

Rowena (Halle Berry) uma jornalista que busca vingança pela morte da amiga de infância. Suas suspeitas caem sobre um empresário (Bruce Willis) que mantinha um caso extra-conjugal com a amiga. Com o passar do filme, as descobertas tornam-se surpreendentes, já que a culpada pela morte da jovem é a jornalista que se dizia amiga.

Por motivos de confronto na infância e ameaças feitas, Rowena desesperada, comete o crime que considerava perfeito, até que é desmascarada por seu melhor amigo. A jornalista não se conforma com o desmascaramento e assassina seu amigo, a fim de garantir sua liberdade.


Filmes com este tipo de enredo ajudam a desenvolver nosso senso crítico. Através das descobertas e pequenas pistas que o filme vai revelando, nossa capacidade de raciocínio lógico acaba sendo mais desenvolvida, mais aguçada. É ótima a lição que ele nos passa de que nem sempre as pessoas são o que parecem ser.

Mostra que máscaras existem e que um dia, serão descobertas, por mais que quem as descubra corra sérios riscos. Desavenças passadas podem deixar marcas irreparáveis, e mesmo depois de algum tempo, encontram-se presentes na vida das pessoas que vinciaram o conflito.

Assim, movidos pela mágoa, algumas pessoas tendem a fazer o que acham correto ou justo, sem pensar no que realmente seria sua vida, se optassem por viver uma vida mais leve e sem exacerbar os aspectos negativos dos relacionamentos. Aliás, esse é o segreo da vida...



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Por: Jordânia Caetano.

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